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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Operações no silo público do porto estão mais seguras


As operações dentro do silo público do Porto de Paranaguá estão mais seguras. A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) acaba de adquirir um lote de óleo mineral branco para ser pulverizado sobre a soja depositada no silo.

O óleo elimina o pó explosivo formado pela movimentação da soja, diminuindo o risco de acidentes e explosões. 

O óleo mineral não era comprado pela Appa desde 2007. A atual administração da autarquia tem buscado otimizar as operações em todo o porto, aumentando a segurança e garantindo a eficiência.
De acordo com o chefe da divisão de manutenção industrial da Appa, Gelson Aécio Nader, a soja que é depositada no silo público chega através de correias elevadoras. “Este pó que se forma faz com que as partículas fiquem em suspensão no silo e também dentro dos elevadores.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Navio estará aberto à visitação no Porto de Paranaguá


Os turistas e moradores que estiverem no Litoral do Paraná poderão curtir uma atração diferente durante o feriado de 7 de setembro. Um navio da Marinha do Brasil estará aberto para visitação pública no Porto de Paranaguá. Os interessados já poderão conhecer as instalações a partir de terça-feira (6). O público pode visitar a estrutura entre as 14h e 17h de terça e quarta-feira (7).
Batizado de “Babitonga”, o navio-patrulha foi incorporado à Marinha do Brasil em 1998, de acordo com a assessoria de comunicação social da Capitania dos Portos do Paraná. A estrutura conta com um canhão, metralhadoras, lanchas e botes infláveis. A visitação é gratuita.
Segundo a assessoria da Capitania, o navio está em Paranaguá para participar de exercícios no mar e aprimoramento da tripulação.

domingo, 4 de setembro de 2011

Porto terá que ter plano contra poluição por óleo

O Ibama reuniu representantes de empresas portuárias de Paranaguá para apresentar um Plano de Área para Combate à Poluição por Óleo. 
Membros da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Corpo de Bombeiros, Capitania dos Portos e secretarias municipais de meio ambiente de Paranaguá, Guaraqueçaba e Antonina participaram da reunião.
Representantes do Ibama de São Paulo apresentaram a experiência de elaboração do plano no litoral norte paulista – primeira região do Brasil a elaborar um plano desta natureza. 
De acordo com o coordenador estadual de Prevenção e Emergência do Ibama de São Paulo, Fernando Scavassin, o trabalho no litoral norte paulista teve início em 2009 e ainda não foi concluído. “É um processo lento, mas que precisa ser iniciado. Começamos trabalhando com três empresas e agora estamos ampliando o trabalho para integrar ao plano marinas, plataformas e dutos”, disse.
O Plano de Área para Combate à Poluição por Óleo dos Portos de Paranaguá e Antonina será elaborado a partir dos planos de emergência individuais (PEI) de todas as empresas que trabalham com óleo na área portuária. Em cumprimento às leis federais 9966/00 e 4871/03, todos os portos organizados brasileiros devem ter planos de área para combate de derramamento de óleo.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Porto de Paranaguá volta a exportar soja paraguaia

Está atracado no Porto de Paranaguá um navio que levará 20 mil toneladas de soja proveniente do Paraguai para o Porto de Israel. Há pelo menos oito anos o porto paranaense não escoava grãos do país vizinho por conta de dificuldades impostas aos exportadores paraguaios e políticas públicas que inviabilizavam os negócios. A carga paraguaia faz parte de um total de 48 mil toneladas de soja que serão transportadas pelo navio Angelo Della Gatta Uno.

A retomada das exportações de soja paraguaia por Paranaguá marca a mudança que o governador Beto Richa está estabelecendo no porto: mais diálogo, profissionalismo e vantagens para atrair clientes e movimentar a economia do Paraná.

Desde o início do ano, o Governo do Paraná tem trabalhado para trazer de volta a carga de soja do Paraguai. Com a proibição do escoamento de soja transgênica pelo Porto nos anos passados, os exportadores paraguaios deixaram de usar o terminal.

O país, que antes tinha no Porto a alternativa quase que exclusiva de escoamento da safra, em oito anos desenvolveu diversos mecanismos para exportar seus produtos, passando de um para oito portos fluviais neste período.

O próximo embarque de soja paraguaia pelo Porto de Paranaguá está previsto para a primeira semana de setembro. A previsão é que, até o final de 2011, sejam escoadas por Paranaguá 100 mil toneladas de soja proveniente do Paraguai. Nos próximos anos, estima-se que seja possível exportar pelo porto até um milhão de toneladas de soja paraguaia.

AUMENTO – De janeiro até agora, o Porto de Paranaguá já exportou 5,27 milhões toneladas de soja. O volume é 9% superior ao registrado no mesmo período de 2010. Considerando a exportação de todos os granéis sólidos, o aumento registrado é de 2% em relação ao ano anterior, somando 12,63 milhões de toneladas de produtos.

“Todo o trabalho que temos realizado à frente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) é focado na busca de aumentar a movimentação e eficiência dos nossos terminais. Os números têm mostrado que estamos atingindo este objetivo”, afirmou o superintendente da Appa, Airton Vidal Maron.